👀 Continuação.

Hoje recebi essa objeção sobre o tema do workshop "Túmulo com dinheiro".

💬 “Espera. Eu entendo o que você está propondo e gosto do formato. Mas há uma preocupação... Tenho um conhecido — ele encheu tanto todo mundo com suas propostas que foi parar na lista negra. Não quero isso. Não quero ser visto como spammer pelo meu círculo.”

Boa objeção. Honesta. E muito comum.

🐱 Respondo.

Vendas agressivas não são um estilo. São um artefato e um atavismo.

Roteiros rígidos, ligações frias, “você tem um minutinho?”, pressão na dor e urgência — tudo isso funcionava num mercado em crescimento, quando as pessoas tinham dinheiro, bom humor, e até um vendedor insistente às vezes acertava o momento.

Agora esse momento não chega.

O mercado mudou. As pessoas mudaram. Venda agressiva hoje não é uma ferramenta. É um buraco reputacional em que a pessoa pula sozinha.

Ninguém mais compra isso. Literalmente.

☝🏻 Mas ficar calado esperando o barco passar também é uma má estratégia.

Aí está a armadilha.

O medo de parecer insistente muitas vezes se transforma em outro extremo — a pessoa para de se oferecer completamente. Espera que perguntem. Torce. Às vezes essa espera dura 2-3 anos.

Se não oferece, não vende. Isso também é fato.

Entre o spam e o silêncio, há um terceiro caminho. Eu chamo de "investigativo".

Venda através da compreensão, não da pressão.

A venda ecológica não começa com uma oferta. Ela começa com uma pergunta.

O que está doendo agora? O que mudou? Qual problema não está sendo resolvido? Onde estão travados?

Quando você entende a situação real da pessoa — você não vende. Você oferece uma solução para um problema específico de uma pessoa específica num momento específico. Isso é uma conversa completamente diferente.

As pessoas sentem a diferença entre “quero te vender” e “quero entender como posso ajudar”. Instantaneamente.

⚠️ Sobre o mercado — honestamente

Maio de 2026. Muitos empreendedores estão paralisados. Clientes dizem “interessante, mas vamos esperar”. Orçamentos cortados. Decisões adiadas.

Isso não é motivo para pânico. É motivo para pensar mais rápido que os outros. E principalmente, de forma diferente. Tomar outras ações. Mas quais?

🤦‍♂️ A maioria continua oferecendo a mesma coisa com as mesmas palavras — e se surpreende por não venderem. Porque as necessidades do mercado mudaram, mas as ofertas não.

Quem entender primeiro o que as pessoas precisam agora — estará meio passo à frente. Não pela agressão. Pela compreensão.

💡 O que fazer agora

Na segunda-feira, 11 de maio, realizo um encontro presencial em Krasnodar. 3 horas. O formato está descrito no post acima, aqui.

Sem roteiros ultrapassados. Sem esquemas de infoprodutos. Apenas o que funciona agora.

Se quiser participar — me escreva diretamente. Vagas limitadas.

@EseninSA