Mas!
Ninguém proíbe experimentar com a forma e o formato. Talvez, para mim, como alguém que escreve sobre cinema há mais de 15 anos, isso seja mais interessante do que para os leitores, mas ultimamente decidi que posso tentar oferecer algo a mais às pessoas.
Por exemplo, no final do ano passado, fiz uma resenha da série Uma entre Muitas na perspectiva de uma mente coletiva que atuava no projeto.
Agora, decidi aplicar o formato de pseudo-jornalismo gonzo à resenha da série Wonder Man, que por si só explora o meta-nível (dentro da série existem Ryan Murphy, Stephen King e Crepúsculo).
Como Wonder Man é uma sátira óbvia da indústria cinematográfica, uma resenha no estilo de "reportagem de Hollywood", na minha opinião, ressoa organicamente com o tema. Isso me deu, como autor, a oportunidade de mostrar que a série fala menos sobre super-heróis e mais sobre pessoas tentando sobreviver na indústria dos sonhos.
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