Prometi contar sobre o vinho.

Na Rússia não há muitas vinícolas capazes de cobrir o segmento de preço baixo com um produto estável e que não custe um milhão.
Com a vinícola "Olimp" não foi amor à primeira vista, comecei a provar seus vinhos há bastante tempo e nos primeiros dois anos nem em pesadelo imaginaria seus vinhos na nossa prateleira.
Mas é preciso admitir que a cada ano o produtor melhorou muito, tanto na qualidade do vinho quanto no design/acessórios etc.
Primeiro, coloquei cautelosamente o Saperavi deles na prateleira, monitorava cada data de engarrafamento nas entregas, provava para garantir a estabilidade.

Depois de mais um ano, mais alguns itens apareceram nas prateleiras; este ano, além dos vinhos tranquilos, também surgiram os espumantes.
E agora, eis uma nova linha de vinhos tranquilos que me atrevi a recomendar no canal pessoal, como se não tivessem existido os tempos em que eu xingava as amostras com palavras como "me dê mezim e carvão ativado" (true story).

Essa é a história sobre a vinicultura nacional e o progresso anual (que se constrói diariamente) dentro de uma única empresa.

Nas prateleiras já estão o Chardonnay, o Cabernet Sauvignon e o Rosé.
Todos por 690 rublos, parece que temos o melhor preço do mercado.

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