Todos os biopics modernos têm uma coisa em comum — um ritmo de batida de pé ao som da música, sentado na plateia. "Michael" não é exceção. Se ainda não existe um subgênero "karaokê-biopic" ou "tributo-biopic", já está na hora de criá-lo. Esta lista pode incluir com segurança "Bohemian Rhapsody", "Rocketman", "Elvis", e alguns hits menores, como o filme sobre Bob Dylan.
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