Resultados de séries de 2025. Os melhores dos melhores e não só.
Este ano, choramos com um drama adolescente filmado em um único take e nos maravilhamos com como Vince Gilligan mais uma vez superou a todos. Nos despedimos de 'Round 6' e saudamos o tão aguardado retorno de 'Andor'. Em suma, há muito o que lembrar, então vamos resumir os resultados seriados de 2025 e distribuir indicações aos melhores dos melhores (e não só).
Série do ano que todo mundo viu — 'Adolescência'
Por ser o drama de quatro episódios filmado em um único take sobre um adolescente de 13 anos acusado de matar uma colega de classe, que se tornou o hit mais comentado da Netflix.
Melhor minissérie — 'Outsors'
Por sua história intransigente, atmosfera realista e questões filosóficas sob a aparência de um thriller criminal.
Surpresa do ano — 'O Estúdio'
Por suas 23 indicações ao Emmy e seu olhar mordaz, atual e inesperadamente comovente sobre como é difícil amar o cinema quando ele se torna seu trabalho.
Melhor ator — Stephen Graham ('Adolescência')
Alternativas: Michael C. Hall ('Dexter: Ressurreição'), Diego Luna ('Andor'), Seth Rogen ('O Estúdio'), Noah Wyle ('The Pitt')
Por sua atuação poderosa como um pai que tenta desesperadamente proteger seu filho.
Apple TV do ano — 'One of Many'
Pelo retorno de Vince Gilligan, que mais uma vez elevou o padrão do drama de qualidade e lembrou por que ele é o rei do gênero televisivo.
Melhor atriz — Michelle Williams ('Dying for Sex')
Pelo triunfo da nostalgia. Em vez do clássico J-pop ou trilha original de anime, os criadores usaram o hit lendário Limp Bizkit — 'Rollin''.
Tendência TikTok do ano — cena com Jon Hamm em 'Friends and Neighbors'
Por uma tendência viral na internet ao som da música 'Turn the Lights Off'.
Casal do ano — Chelsea e Rick — 'The White Lotus'
Alternativa: Max e Lucas ('Stranger Things') — pela conclusão mais madura e honesta de um amor adolescente. Noah e Joanne de 'Nobody Wants This' — continuam encantando com um relacionamento saudável.
Por um exemplo de amor sem filtros e uma verdadeira demonstração de sinceridade.
Bromance do ano — Steve e Dustin — 'Stranger Things'
Alternativa: Carmy e Richie ('O Urso', 4ª temporada) — um 'bromance de sobrevivência' tóxico.
Por um dos bromances mais calorosos e duradouros da TV moderna. Uma amizade que, ao longo de dez anos, se tornou a âncora emocional de toda a série.
Crush do ano — Charlie Cox em 'Demolidor: Renascido'
Alternativa: Matthew Goode — 'Departamento de Casos Não Resolvidos' (Dept. Q) — para quem gosta de um tipo intelectual e frio. Owen Cooper (Jamie) — 'Adolescência' — 'O novo Timothée Chalamet' para a geração Z e alfa.
Porque Matt Murdock é o único homem a quem tudo se perdoa. O traje, a barba impecável e a imagem de um advogado cego que luta pela justiça são clássicos que em 2025 funcionaram com nova força.
Crush feminino do ano — Isabela Merced em 'The Last of Us'
Alternativa: Sydney Chandler ('Alien: Terra') — nova ícone do sci-fi. Britt Lower ('Ruptura') — mais uma vez conquistou as mentes dos espectadores. Sadie Sink ('Stranger Things') — por se tornar uma personagem feminina forte e um exemplo para muitas garotas. A teimosa e brilhante Aiyu (IU) de 'When Life Gives You Tangerines'.
Isabela incorporou bem (considerando os comentários dos fãs do jogo) a imagem de Dina — uma garota corajosa, charmosa e emocionalmente madura.
Crush de anime do ano — Sung Jinwoo — 'Solo Leveling'
Por sua transformação de 'caçador mais fraco' em um líder frio e poderoso que conquistou os espectadores.
Melhor personagem secundário do ano — Rich Santos — 'It: Welcome to Derry'
Alternativa: Derek ('Stranger Things') — aquele que apareceu no comercial de maionese.
Por se tornar o 'coração' da prequela. Sua história trágica e carisma cativaram tanto os espectadores que a internet pede um spin-off separado.
Tim Burton do ano — Isaac Knight — 'Wandinha'
Pela ingenuidade gótica e a sensação de que Tim Burton ainda está invisivelmente presente no quadro. E pela semelhança visual com Victor Van Dort de 'A Noiva Cadáver'. Sua presença trouxe de volta à série aquela estética sombria que os fãs sentiram falta na primeira temporada.
Vilão do ano — Pennywise ('It: Welcome to Derry')
Bill Skarsgård voltou para provar: Pennywise não é apenas um palhaço, mas a personificação do mal secular.
Músico do ano — Sr. Milchick — 'Ruptura'
Pela cena com a banda marcial no escritório da Lumon, que instantaneamente se tornou viral. A dança absurda e a música geraram milhares de remixes no TikTok.
Cena de atuação do ano — Rhea Seehorn em 'One of Many'
Pela atuação sutil de contrastes, dor e ironia. Os críticos já preveem todos os prêmios possíveis para ela por este fragmento de cinco minutos.
Revelação do ano (personagem) — Will Byers
A revelação do arco de Will se tornou um dos momentos mais emocionalmente satisfatórios para os fãs. Pelo momento mais positivamente memorável da temporada final.
Experiência traumática do ano — Morte de Joel — 'The Last of Us'
Apesar de os jogadores saberem do final da história desse personagem, para os telespectadores a cena foi um desastre emocional.
Reviravolta mais inesperada do ano — 'We Were Liars'
O final foi um choque para quem não conhecia a fonte original. Pelo suspense magistralmente construído, que fez os espectadores acreditarem em um romance de verão, apenas para no final partir o coração com a dura realidade.
Série do ano em nível de esgotamento coletivo — 'O Urso'
Pela eterna pergunta: por que é tão doloroso assisti-lo — e tão bom.
Frase do ano: 'Não somos cavalos, somos pessoas!' ('Round 6')
Gi-hun pronuncia essas palavras no final da primeira parte, percebendo que ele e os outros participantes se tornaram apenas 'brinquedos' ou 'cavalos' para o entretenimento dos VIPs, que apostam em suas vidas como em corridas de cavalos.
Declaração de amor do ano — 'O Verão em que Fiquei Bonita'
Porque ela finalmente se decidiu.
Melhor episódio de estreia do ano — 'It: Welcome to Derry'
Porque ninguém esperava. Mesmo que as crianças estejam no pôster da série, isso não significa que elas estão seguras.
Melhor discurso do ano — Mon Mothma ('Andor')
Seu discurso no Senado — uma nota para todos os redatores de discursos. Por uma declaração poderosa sobre o preço da liberdade.
Revelação do ano — 'Rivalidade Acirrada'
Pela química incrível dos personagens e pelo amor ao jogador de hóquei russo (inesperadamente). Uma série que se tornou o evento televisivo do ano e foi além do drama esportivo.
Manifesto social do ano — 'A Culpa é Dela'
Pela cena que descreve a 'carga mental' de todas as mães.
Garota do ano — Cherry ('A Garota do Meu Filho')
Por um confronto incrivelmente tenso com a sogra e um nível chocante de manipulação. E o título de 'noiva mais perigosa do ano'.
Personagem mais meme do ano — Parker Posey em 'The White Lotus'
Por um novo padrão de 'choque lírico'. As cenas com Victoria — seu rosto congelado em resposta aos pedidos loucos dos hóspedes e a piada absurda sobre o tsunami iminente — tornaram-se uma resposta universal para qualquer notícia ruim nas redes sociais.
Drama criminal do ano — 'A Tarefa'
Pelo realismo comovente e por como transformou um detetive padrão em uma profunda exploração da paternidade, fé e crise masculina. Atuação fenomenal de Mark Ruffalo.
Retorno de personagem do ano — Joel Kinnaman como Rick Flag Jr. ('Pacificador')
Pela participação especial mais comentada, que trouxe de volta à DC o espírito do clássico 'Esquadrão Suicida'.
Estreia mais assustadora do ano — Ovelha Olho ('Alien: Terra')
Alternativa: Bebê Insetoide — 'It: Welcome to Derry'
É uma ovelha capturada por uma forma de vida parasitária que se disfarça de um globo ocular gigante. O 'Olho' é capaz de matar pessoas das maneiras mais repugnantes. A criatura se mostrou assustadoramente inteligente: é capaz de planejar suas ações e até se comunicar com xenomorfos.
Melhor outdoor — 'Percy Jackson e os Olimpianos'
O marketing do Disney+ atingiu um novo nível de imersão. Em Nova York e Londres, surgiram outdoors 3D com monstros saindo da água.
Aquisição do ano — Netflix compra Warner Bros. Discovery
O principal movimento tectônico da indústria. É discutido não como um negócio comercial, mas como 'o fim de uma era da televisão'. A fusão levanta preocupações sobre o monopólio de conteúdo.
E quais são os seus resultados seriados de 2025? Compartilhe nos comentários no nosso canal do Telegram.
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