
Este ano teve muitos filmes bons, ainda mais ruins, mas de uma forma ou de outra, com certeza vamos nos lembrar dele. Antes de anunciar os melhores dos melhores, propomos fazer um balanço cinematográfico com indicações engraçadas e nem tanto.
Dezembro é época de balanços, e em breve anunciaremos os melhores filmes de 2020. Por enquanto, vamos nos divertir um pouco e distribuir indicações óbvias e inesperadas para filmes, atores e personagens. Confiram nossos resultados cinematográficos de 2020.
Melhores diálogos do ano — «Os Senhores do Crime»
Alternativa: «O Julgamento dos Sete de Chicago»
Pelas metáforas mais marcantes e piadas sutis sobre racismo.
«Você está na dança» do ano — «Druk: Mais uma Rodada»
Pelos movimentos mais inspiradores e uma dança de coração.
Nostalgia do ano — «Verão de 85»
Pelo verão despreocupado dos anos 80 e a trilha sonora correspondente.
Fracasso do ano — «Artemis Fowl»
Alternativas: «Bloodshot», «Maratona de Desejos»
Pelo desejo de abraçar o inabarcável e o uso irracional de atores talentosos.
Estreia do ano — Filipp Yuryev («O Caçador de Baleias»)
Alternativa: Andrew Patterson («A Noite Infinita»)
Pelo bromance do norte e a beleza hipnótica de Chukotka.
Lockdown do ano — «Vivarium»
Alternativa: «A Plataforma»
Pela representação assustadora do ser humano em isolamento perfeito.
Arlequina do ano — Samara Weaving («Punhos de Fúria»)
Pela energia desenfreada e loucura absoluta.
«Alienígena» do ano — «Sputnik»
Pelo conceito ousado e a criatura alienígena assustadora.
Melhor Russo do ano — Dan Stevens («Eurovision: A Saga dos Fire Saga»)
Pela representação do espírito russo e o estilo de Kirkorov.
Loucura do ano — Willem Dafoe («O Farol»)
Pelos contos malucos e provocação.
Nerd do ano — protagonista do filme #sobreviver (#vivo)
Alternativa: Daniel Radcliffe («Punhos de Fúria»)
Pelo amor aos videogames em qualquer condição.
Sequência do ano — «Maus Heróis para Sempre»
Pelo retorno às telas de um cinema bobo, cheio de adrenalina e engraçado, com a química familiar entre os atores.
Pôster do ano — «Mank»
Pela ótima referência e estilo inimitável.
Fracasso esperado do ano — «Os Novos Mutantes»
Pelo potencial não realizado, reviravolta estúpida, personagens chatos e estereotipados.
Melhor ator coadjuvante — Willem Dafoe («O Farol»)
Alternativas: David Thewlis («Acho que Estou a Acabar»), Sacha Baron Cohen («O Julgamento dos Sete de Chicago»), Bill Murray («A Última Gota»), Roberto Benigni («Pinóquio»)
Pela convicção, autenticidade e danças.
Dupla do ano — Will Smith e Martin Lawrence («Maus Heróis para Sempre»)
Alternativa: Mark Wahlberg e Winston Duke («A Justiça de Spencer»)
Pelo ombro amigo forte e relacionamentos quase familiares.
Cena de ação do ano — «Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa»
Alternativa: «1917»
Pelo amor a aparições impactantes e à variedade de meios de lesão corporal.
Melhor ator do ano — Gary Oldman («Mank»)
Alternativas: Mads Mikkelsen («Druk: Mais uma Rodada»), Robert Pattinson («O Farol»), Ben Affleck («Fora de Jogo»), Adam Sandler («Joias Brutas»)
Por recriar a imagem de um cínico insuportável e gênio incompreendido.
Diretor do ano — Alexander Pal («Mais Fundo»)
Por uma abordagem profunda da arte.
Melhor atriz coadjuvante — Toni Collette («Acho que Estou a Acabar»)
Alternativas: Juliette Binoche («A Verdade»), Odessa Young («Shirley»)
Por transformações relâmpago e convicção assustadora.
Melhor filme B do ano — «O Nível do Chefe»
Alternativas: «Punhos de Fúria», «A Caça»
Pelo carisma do herói no espírito dos clássicos filmes de ação e pela abordagem estereotipada da narrativa.
Abuso do ano — Margot Robbie («Terra dos Sonhos»)
Alternativa: O Homem Invisível («O Homem Invisível»)
Pela sedução de menores, dominação psicológica e uso da superioridade física.
Melhor atriz — Catherine Deneuve («A Verdade»)
Alternativas: Elisabeth Moss («Shirley»), Alison Brie («A Cavaleira»/«Apaixonada por Cavalos»), Riley Keough («A Cabana do Guarda»)
Pela sutileza, elegância e atuação em meios-tons.
Surpresa agradável do ano — «Uma Vida Oculta»
Porque Terrence Malick finalmente fez um filme para o público.
Atmosfera do ano — «Gretel e Hansel»
Pela beleza assustadora e repulsiva.
Declaração social do ano — «A Plataforma»
Por uma metáfora simples e contundente da sociedade de consumo moderna.
WTF do ano — a criança do filme «Vivarium»
Alternativas: «Spice Boyz», «O Homem de Podolsk»
Pelos gritos lancinantes que depois perseguem em pesadelos.
«O Feitiço do Tempo» do ano — «Preso em Palm Springs»
Alternativa: «O Nível do Chefe»
Pela capacidade de se divertir em qualquer circunstância.
Terror do ano — «A Cabana do Guarda»
Alternativas: «O Farol», «Parasitas Marinhos», «Relíquia», «A Plataforma»
Pelo terror ao contrário e efeito .
Ritmo lento, atmosfera incrível, personagens bem desenvolvidos, final emocionante - tudo isso sobre filmes slow burn.
Open materialWorkaholic do ano — Robert Pattinson
Pelos papéis nos filmes «O Farol», «Tenet», «O Diabo de Cada Dia», «À Espera dos Bárbaros» e o trailer de «O Batman».
E quais indicações vocês acrescentariam?
P.S. foram considerados os filmes lançados na Rússia em 2020.
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