Anões Queimados é o nome condicional para um grupo de anões que caíram na Batalha de Azanulbizar, cujos corpos foram queimados após o combate. Embora Tolkien nunca tenha usado esse termo diretamente, ele posteriormente se consolidou entre os estudiosos de sua obra.
História
Após a sangrenta Batalha de Azanulbizar, os anões sobreviventes enfrentaram um grave problema. As perdas foram tão grandes que eles não tiveram tempo nem forças para erguer os tradicionais túmulos de pedra para os caídos.
Também não puderam enterrar seus parentes na terra. Isso contradizia os antigos costumes do povo de Durin. Para que os corpos não fossem profanados por feras, pássaros e orcs carniceiros, os anões retiraram as armas e armaduras dos mortos, depois empilharam numerosas piras funerárias e entregaram os corpos ao fogo.
A fumaça dessas piras era tão densa que podia ser vista até mesmo em Lothlórien.
Memória
Apesar das circunstâncias trágicas, tal enterro não era considerado uma desonra. Pelo contrário, a memória dos caídos era preservada com orgulho especial.
Mesmo após muitas gerações, qualquer anão cujo ancestral tivesse sido queimado após a Batalha de Azanulbizar podia dizer com dignidade que descendia de um "anão queimado". Isso por si só era suficiente para despertar respeito e honrar a memória do falecido.
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