

Decidi compartilhar um caso de como entrei na Sibur.
Tudo começou com o acelerador "Inovações em Polímeros".
🎮 Inspirado pelo jogo Atomic Heart, pensei: onde mais os polímeros podem ser usados? Meu olhar recaiu sobre o transporte. Especificamente — nas pastilhas de freio de ferro fundido para trens.
Pensei, por que não substituí-las por compósitos modernos?
Para encontrar a composição ideal, desenvolvi minha própria metodologia de análise de patentes via IA. Como resultado, obtive uma fórmula promissora:
Nanocompósito híbrido epóxi:
·Matriz: resina epóxi LR 20 + endurecedor LH218
·Reforço: fibras curtas de carbono (5-10 mm) - idealmente 10%
·Nanomodificadores: nanotubos de carbono de paredes múltiplas (0,1-0,3%)
·Lubrificante: nanopó de grafite (1%)
Os resultados da análise e dos testes virtuais mostraram o seguinte:
Pontos fortes vs ferro fundido:
✅Desgaste 85% menor
✅Distância de frenagem 90% menor
✅Coeficiente de atrito estável de 0,385-0,42 em todas as velocidades
✅Composição totalmente não metálica
Pontos fracos:
❌Polímeros lidam pior com cargas térmicas de pico
❌Custo — fibras de carbono e nanotubos são mais caros que ferro fundido
❌Durabilidade em superaquecimento — degradam mais rápido que metal
Conclusão: A ideia é promissora, mas para começar é melhor buscar um nicho onde a substituição seja mais barata e seja possível usar polímeros em toneladas. Essa abordagem sistêmica chamou a atenção da Sibur.
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