Na indústria do vinho há três meses não há aventuras, novidades legislativas ou algo do tipo.

A TASS está autorizada a declarar que (a seguir, citação)
"as autoridades planejam indexar os impostos especiais de consumo sobre o "consumo prejudicial" em ritmo acelerado. Isso decorre de documentos aprovados pelo governo da Federação Russa, com os quais a TASS teve acesso.

Trata-se de produtos de tabaco, álcool, produtos que contêm álcool e bebidas açucaradas. Já em 2026-2027, os impostos especiais de consumo sobre eles serão indexados acima da taxa de inflação.

Como decorre dos documentos, agora o aumento acelerado dos impostos especiais de consumo sobre produtos "prejudiciais" está fixado entre as medidas para o desenvolvimento da legislação sobre impostos e taxas."


No caso do vinho, tudo terminará em mais uma queda no consumo da bebida e um afastamento ainda maior da gastrocultura normal, pois não haverá com o que combiná-lo.
E também com a queda do emprego na indústria (e indústrias relacionadas).