Na véspera, anexei ao pedido no Gosuslugi, cruzei os dedos e enviei.
Chego, satisfeita, ao Posto de Migração do Departamento de Migração da cidade de Korolev nº 1, e a tia de lá (encantadora) diz: «Sente-se, cidadã, no banquinho perto da entrada, olhe para o círculo branco».
Esse banquinho ficou atravessado no meu coração assim que me vi no espelho. Sem pressentir o desastre, saí de casa de moletom, despenteada e sem maquiagem.
Nunca mais terei uma foto pior em nenhum documento…
Que chato.
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