
Resultados das séries de 2022: da dança da Wandinha à abertura de «Pacificador».
Este ano nos deu um monte de memes, muitos motivos para debates e discussões (por exemplo, no chat da nossa redação, as discussões sobre as duas principais sagas de fantasia não diminuíram por mais de um mês), e também muitos projetos legais que não esqueceremos. Vamos resumir os resultados das séries de 2022 e distribuir indicações para os melhores dos melhores (e não só).
Todos assistiram do ano — «A Casa do Dragão»
Por preservar o espírito da original «Game of Thrones» e expandir o lore familiar.
Melhor minissérie — «Conversas com Amigos»
Por saber falar sobre temas importantes sem rodeios.
Marvel do ano — «Eu Sou Groot»
Por apoiar o espírito de travessura e aventura.
Férias do ano — «O Resort»
Porque o pacote incluía realmente tudo.
Melhor atuação masculina — John Cena («Pacificador»)
Alternativas: Gary Oldman («Slow Horses»), Alexander Kuznetsov («Quimera»), Matt Smith («A Casa do Dragão»), Tom Sturridge («Sandman»)
Pela palhaçada mais sincera.
Netflix do ano — «Wandinha»
Pela melhor história adolescente.
Melhor atuação feminina — Jean Smart («Hacks»)
Alternativas: Jenna Ortega («Wandinha»), Olivia Cooke («A Casa do Dragão»), Holliday Grainger («The Capture»), Emily Beecham («1899»)
Por incorporar o retrato de uma mulher verdadeiramente forte.
Coragem do ano — «O Monastério»
Por peit uma mudança inesperada na imagem de Anastasia Ivleeva.
«Star Wars» do ano –– «Andor»
Por ser fiel ao espírito de aventura e por uma história legal sem jedis.
Já pode parar de tentar reabilitar do ano –– «Resident Evil»
Por mais um fracasso.
Feminismo do ano –– «O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder»
Pelo desejo excessivo de demonstrar fempower.
Traições do ano –– «The White Lotus»
Pela abundância de amor e pela ausência de limites.
Não deu certo, não teve sorte do ano –– «Obi-Wan Kenobi»
Por oportunidades perdidas e tratamento desrespeitoso aos sentimentos dos fãs.
«Cozinha do Inferno» do ano –– «O Urso»
Por confirmar claramente a tese de que na cozinha pode ser pior do que no inferno.
Sindicato do ano –– «Severance»
Pela cooperativa!
Não estragou no final do ano –– «Better Call Saul»
Por manter o alto padrão ao longo de muitos anos.
Legado de Ragnar do ano –– «Vikings: Valhalla»
Pela mesma brutalidade e intransigência de antes.
Finalmente uma boa série baseada em jogo do ano –– Halo
Por transmitir a atmosfera autêntica e contar uma história simples e clara.
Bipolarzinho do ano –– Oscar Isaac em «Cavaleiro da Lua»
Pela diversidade!
Plot twist do ano –– «1899»
Por saber enganar o público.
Cancelamento injusto de série do ano –– «O Clube da Meia-Noite»
Pelo fim prematuro de uma história que tinha potencial para pelo menos mais uma temporada.
Ship do ano –– «A Casa do Dragão» (Daemon e Rhaenyra)
Alternativas: «Karamora» (Runevsky e Alina), «Bridgerton» (Anthony e Kate), «O Senhor dos Anéis» (Halbrand e Galadriel)
Pelo relacionamento mais incomum.
Padre do ano –– Tom Hiddleston («The Essex Serpent»)
Pelo amor a Deus e ao seu trabalho.
Detetive do ano –– «Under the Banner of Heaven»
Alternativas: «Tokyo Vice», «A Garota e a Noite»
Pela investigação de um caso complexo.
Pôster do ano — «The Boys»
Incesto do ano –– «A Casa do Dragão»
Por saber chocar os espectadores despreparados.
WTF do ano — o twerk de «Mulher-Hulk»
Por quê?
Diálogos do ano — «Hacks»
Pelos comentários afiados que acertam em cheio.
Todos esperavam do ano — os episódios finais da 4ª temporada de «Stranger Things»
Por conseguir aquecer tanto o público que um mês de espera se torna insuportável.
Melhor segunda temporada do ano — «The Capture»
Por demonstrar as capacidades assustadoras da tecnologia moderna.
Série socialmente relevante do ano — «Paciente Zero»
Por abordar um tema relevante tanto naquela época quanto agora.
Música do ano — Kate Bush – Running Up the Hill («Stranger Things»)
Abertura do ano — «Pacificador»
Alternativa: «A Longa Marcha»
Melhor série europeia do ano — «Não Me Deixes»
Por um enredo engenhoso sobre um tema delicado.
Melhor série russa — «O Gotejador»
Pelo equilíbrio surpreendente entre comédia e drama, e pelos personagens mais carismáticos nos streamings russos em 2022.
Maníaco do ano — Jeffrey Dahmer («Dahmer»)
Pela crueldade impressionante.
Festa do ano — Herogasm («The Boys»)
Pela festa de personagens excêntricos.
Meme do ano — A Dança da Wandinha («Wandinha»)
Diversidade do ano –– «The Party»
Pela abordagem individual de cada episódio.
Fofura do ano — Groot de vestido de folhagem («Eu Sou Groot»)
Por saber experimentar os mais diversos visuais.
Lista elaborada por:
Larisa Polshikova
Roman Kovalev
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