
Resultados de séries de 2021. Com humor e máxima subjetividade.
Este ano foi repleto de estreias interessantes e continuações aguardadas de séries queridas. Propomos fazer um balanço das séries de 2021 e distribuir uma espécie de nomeações para os melhores dos melhores.
Todos assistiram do ano — "Round 6"
Pelo amor aos jogos infantis e à intransigência adulta.
Melhor minissérie — "Mare of Easttown"
Alternativas: "Maid", "Scenes from a Marriage", "The Billion Dollar Code"
Pela intransigência e uma nova faceta de Kate Winslet.
Marvel do ano — "Hawkeye"
Pela vibe de aventura e a compreensão clara do que faz as pessoas amarem os projetos da Marvel.
Férias do ano — "The White Lotus"
Por alguns dias inesquecíveis no Havaí na companhia de personagens coloridos.
Melhor ator — Tahar Rahim ("The Serpent")
Alternativas: Oscar Isaac ("Scenes from a Marriage"), Jason Sudeikis ("Ted Lasso"), Yuri Stoyanov ("Vampires of the Central Strip")
Pelo realismo assustador do personagem e carisma animalesco.
Netflix do ano — "Ginny & Georgia"
Por uma salada mista de tudo o que se ama e odeia na Netflix.
Detetives do ano — Steve Martin, Selena Gomez e Martin Short ("Only Murders in the Building")
Pela investigação mais absurda e cativante.
Melhor atriz — Kate Winslet ("Mare of Easttown")
Alternativas: Jessica Chastain ("Scenes from a Marriage"), Margaret Qualley ("Maid"), Elizabeth Olsen ("WandaVision")
Pela força e independência, cerveja à noite e fé na própria verdade.
Coragem do ano — Happy End
Pela franqueza que não caiu na vulgaridade.
Lindo de cair o queixo do ano — "Foundation"
Pelo design excepcional dos locais, a bela abertura e o maravilhoso Lee Pace.
Pôster do ano — "The Witcher"
Pela Roach!
Casal do ano — Oscar Isaac e Jessica Chastain ("Scenes from a Marriage")
Pela oportunidade de mergulhar na vida de pessoas confusas, mas que se amam.
Vampiro do ano — Stanislav Vernidubovich ("Vampires of the Central Strip")
Pela orientação rabugenta, mas justa.
Retorno do ano — "Dexter: New Blood"
Pelo retorno do serial killer mais carismático da TV e uma nova tentativa de dar um final digno à sua história.
WTF do ano — "Brand New Cherry Flavor"
Alternativa: "Swamps"
Pelos gatos.
Diálogos do ano — "Midnight Mass"
Pela fascinante reflexão sobre Deus e religião.
Todos esperavam do ano — o beijo de Otis e Maeve ("Sex Education")
Melhor segunda temporada do ano — "Ted Lasso"
Pelo desenvolvimento confiante das ideias originais e expansão do leque de temas abordados.
Série socialmente relevante do ano — "Maid"
Por demonstrar que a violência psicológica e emocional é, antes de tudo, violência.
Música do ano — "The Witcher"
Melhor série europeia do ano — "The Billion Dollar Code"
Por uma história aberta e fascinante do confronto dos alemães com o Google.
Melhor abertura — "Foundation"
Melhor série russa — "Crystal"
Alternativas: "Vampires of the Central Strip", Happy End, "Container"
Por um tema complexo e ambíguo, personagens volumétricos e a vibe de um detetive sombrio no interior.
Verdadeira série coreana do ano — "Hellbound"
Por aquele projeto que superou "Round 6" em classificações e recordes.
Melhor comédia histórica, bunda e dança do ano — "The Great" (2ª temporada)
Porque a jovem Catarina interpretada por Elle Fanning e Pedro na pessoa de Nicholas Hoult continuam a surpreender.
Melhor série de animação adulta do ano — "Invincible"
Alternativa: "Arcane"
Porque, na onda da popularidade de "The Boys", a nova série animada conseguiu conquistar corações adultos com temas sérios.
Taika Waititi do ano — "Reservation Dogs"
Por quebrar estereótipos sobre os nativos americanos e comparações com "Atlanta".
Serial killer do ano — Victoria Pedretti da terceira temporada de "You"
Alternativa: Tahar Rahim ("The Serpent")
Pelo realismo assustador.
Meme do ano — Agatha de "WandaVision"
Alternativa: "Invincible"
Fofo do ano — Alligator Loki de "Loki"
Alternativa: o cachorro Lucky de "Hawkeye"
Porque todos o esperavam, adoravam e colocavam como avatar.
TikTok do ano — Ben Barnes ("Shadow and Bone")
Alternativas: "Loki", Sex/Life
Por dominar as tendências de vídeos curtos.
Sherlock do ano — Omar Sy ("Lupin")
Pelo papel vibrante do ladrão-detetive francês.
Lista elaborada por:
Roman Kovalev
Autor da ilustração da capa:
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