
A partir de 1º de março, as vagas financiadas pelo estado em residência médica para estudantes de medicina se tornarão direcionadas. Os formandos precisarão trabalhar por até 3 anos em organizações médicas do sistema de seguro de saúde obrigatório (OMS).
Os estudantes ingressam na residência para se tornarem especialistas restritos, como cirurgiões, cardiologistas, neurologistas, endocrinologistas e outros. Em caso de violação das condições do contrato direcionado, o formando terá que reembolsar os custos de pelo menos um ano de estudo e pagar uma multa no dobro desse valor.
As novas regras afetarão aqueles que ingressarem na residência a partir de 2026. Não será mais possível ingressar na residência com financiamento estatal por outro esquema, apenas por cota direcionada com trabalho obrigatório. Sem a residência, não é possível se tornar um especialista restrito; o profissional poderá trabalhar como clínico geral ou médico de família.
@newsvladivostok25
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