Em "Rechflote" de Alexei Ivanov, deparei-me com uma passagem sobre os primeiros petroleiros. Ele escreve: "O petróleo e seus derivados eram transportados apenas em recipientes; os práticos americanos tiveram a ideia de fazer barris retangulares baratos de folha-de-flandres fina, enquanto os russos, à moda antiga, carregavam nos navios barris redondos de carvalho, caros e incómodos, razão pela qual o querosene importado dos EUA era mais barato na Rússia do que o nacional de Baku".

Fiquei curioso sobre o que seriam esses "barris retangulares". Este facto lembrou-me das histórias sobre garrafas de uísque de secção quadrada, que eram mais fáceis de transportar em comparação com as normais. E o princípio familiar desde a infância, que os parentes ligados às forças armadas chamavam de "militar": o que é quadrado, rola-se; o que é redondo, carrega-se.

Em suma, uma espécie de falso "esquerdismo" - diga ao Imperador que os ingleses não limpam os canos com tijolos! - com todo o respeito ao autor (nos meus anos de estudante, li com grande prazer os seus romances centrados nos Urais).