As redes neurais já são usadas na gestão urbana: ajudam a controlar serviços públicos, regular fluxos de tráfego e analisar dados da infraestrutura urbana.

Moscou e outras megacidades estão implementando IA no transporte, gestão urbana, serviços públicos e controle de processos específicos. No entanto, mesmo com a expansão da automação, a inteligência artificial continua sendo uma ferramenta, não um sujeito autônomo de gestão. A digitalização é usada para aumentar a eficiência de processos e serviços urbanos específicos, mas a responsabilidade permanece com o ser humano.

A decisão é do ser humano

De acordo com declarações da parceira da Yakov & Partners, Anna Danchenok, a IA hoje não toma decisões, apenas pode recomendá-las com base em cenários modelados. Ela enfatiza que a tomada de decisões continuará sendo um atributo humano por muito tempo, pois está ligada à escolha de valores, legitimidade, responsabilidade e conflito de interesses. Além disso, segundo ela, o prefeito continuará responsável pelas prioridades estratégicas da cidade, responsabilidade pública e gestão em situações de crise.